Caylus (2005)

Quando descobri este mundo dos jogos, o Caylus foi um dos primeiros que tive o prazer de experimentar. Recordo já com saudades essas primeiras partidas que realizei. Foram partidas épicas feitas com 5 jogadores completamente inexperientes nestas andanças. Começavam por volta das 20h e acabavam já depois da 1h da manhã! Eram emocionantes, tensas e rodeadas de boa disposição! Não sei se um pouco influenciado por esta nostalgia ou se porque ainda hoje acho que o jogo é mesmo bom, este é apenas e só: o meu jogo preferido!

O jogo desenrola-se na vila de Caylus e cada jogador tem por missão ajudar a construir o castelo do rei e a expandir a vila, ganhando com isso Favores Reais. Em termos de mecânicas, o jogo é um “worker placement” puro em que cada jogador, à vez, paga uma moeda e seleciona uma posição no tabuleiro que lhe permite depois realizar determinadas ações. Quando um jogador passa a sua vez, automaticamente encarece as jogadas dos adversários. Nessa altura, estes decidem passar ou continuar a selecionar posições no tabuleiro. O dinheiro costuma ser escasso. Os jogadores vão criando novas oficinas, aumentando desta forma a quantidade de ações disponíveis ao longo do jogo. Com algum dinheiro, e por vezes alguma cooperação entre alguns jogadores, pode ser possível corromper o fiscal provocando uma jogada falhada aos adversários. Seguindo uma estratégia que permita não só ir amealhando prestígio, mas também em momentos chave, antecipar e dificultar as jogadas dos adversários, será provavelmente quem no final consegue ter mais pontos de prestígio. No final do jogo, quem tiver adquirido maior prestígio é o vencedor.

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