Tag Archive: Valley Games


D-Day Dice chega aos 1321%

A Valley Games chegou ao fim do seu projecto no Kickstarter para a publicação do D-Day Dice tendo atingido 1321% dos fundos que pretendia recolher, através desta plataforma de financiamento.

O Jardim do Polvo

A publica em Dezembro o jogo Octopus’Garden, da autora Roberta Taylor, vencedor do concurso Anual de Desenho Canadiano de Jogos de 2010, em que os jogadores tomam o papel de polvos que competem para criarem os mais bonitos jardins.

D-Day Dice torna-se o rei do Kickstarter

O projecto do D-Day Dice da Valley Games no Kickstarter ultrapassou todos os projectos de boardgames que já passaram pelo Kickstarter (Alien Frontiers e Glory to Rome por exemplo), conseguindo em apenas 27 dias reunir mais de 82 mil dólares.

Valley Games D-Day Dice contest

O BGG está a preparar mais um sorteio a quem participar em mais este concurso, desta vez baseado no D-Day Dice, o PnP que vai ser publicado agora pela Valley Games. Se passares pelo AoJ talvez tenhas alguma ajuda dos boardgamers nacionais.

D-Day Dice: Heroes

Ainda a Valley Games não lançou o D-Day Dice, do autor Emmanuel Aquin, e já anunciou que este irá ter uma expansão a sair em 2012 de nome D-Day Dice: Heroes. O jogo que começou como um Print-n-Play de grande sucesso no BGG chega assim às mãos de uma editora que lhe dá um tratamento mais profissional.

D-Day Dice pela Valley Games

O jogo D-Day Dice que começou por ser um simples print-n-play com enorme sucesso no BGG, vai ser publicado pela editora Valley Games.

P.C. Scipio Nasica

A nova expansão Hannibal:Rome vs Carthage, Hamilcar – First Punic War a publicar pela Valley Games vai trazer novos generais, começando pelo P.C. Scipio Nasica, que tem como habilidade especial: Se estiver no espaço de uma Tribo inimiga, dá Pontos de Subjugação igual ao número de Unidades de Combate que perdeu durante a fase de Atrição de Inverno.

A Valley Games iniciou o processo de recolha de pré-encomendas para a expansão Hannibal:Rome vs Carthage, Hamilcar – First Punic War, do conceituado CDG Hannibal:Rome vs Carthage, oferecendo um desconto de 40% à data da publicação a todos quantos se registem até lá. Utilizando um processo semelhante ao P500 da GMT, a Valley Games não tem no momento previsão de quando é que a expansão estará disponivel.
A expansão conterá:

  • Um novo mapa para a Primeira Guerra Púnica
  • Um novo tabuleiro para o jogo original no verso (esperemos que com as correcções feitas!)
  • 9 generais que combateram com Hamilcar
  • 9 generais romanos
  • 7 novos generais romanos para utilizar com o jogo original

Não existe de momento informação se para estes generais existirão miniaturas ou não.

Dados para C&C:N

A Valley Games anunciou que vai produzir ainda esta Primavera dados de madeira para usar com o jogo Commands & Colors: Napoleonics, à semelhança do que já tinha feito anteriormente com os dados para o Commands & Colors: Ancients.

P500

Noutro dia vieram-me perguntar o que é que eu achava do P500 (Projecto 500) que várias companhias de wargames têm. Para além de dar a resposta pretendida, fiquei a pensar neste tema e como o mesmo é pouco divulgado e usado pelas terras lusas.

O P500, ao que sei, foi inventado pela GMT de forma a garantir que os custos de produção de um jogo estejam cobertos antes de se lançar na produção do mesmo, pela garantia dada por existirem um mínimo de 500 compradores interessados quando o mesmo for produzido. Pouco tempo depois, várias companhias seguiram-lhe o exemplo como é o caso da Multiman Publishing (MMP), Valley Games, e a Decision Games (aqui toma o nome de Pledge), entre outras.

Como é que este P500 funciona?
A companhia coloca um jogo na lista de jogos a produzir no futuro, não indicando datas de produção para o mesmo, mas tentando passar o máximo de informação do protótipo aos potenciais compradores, tenta explicar detalhadamente as mecânicas, apresenta sessões de jogo, coloca as regras disponíveis para descarregar, apresenta imagens do mapa, counters, cartas, etc. Ou seja, tenta cativar os potenciais compradores. A par disto, o autor do jogo anda a percorrer as convenções de jogos (isto normalmente só acontece nos EUA) com um protótipo do jogo, a demonstrá-lo aos potenciais interessados. A isto tudo junta-se o “diz que disse” de quem entra nestas sessões de demonstração, mais os relatórios de jogadores que já o testaram. O objectivo disto tudo é fazer com que um número de interessados acabe por pré-encomendar o jogo, sem pagar nada, podendo desistir a qualquer altura.

Quase só tenho visto wargames (com algumas excepções da GMT – lembro-me do Winds of Plunder, Leaping Lemmings e Dominant Species -, que são positivamente Eurogames) listados nos diversos P500, variando desde novos jogos, expansões, mas também novas edições de jogos que já esgotaram os stocks ou de jogos antigos que se aproveita para levarem uma limpeza de regras e um novo desenho gráfico (por exemplo: Blackbeard e Hannibal: Rome vs Carthage).

O número mágico de pré-encomendas é o 500, sendo actualizado no site da empresa o número de ordens já recebidas, criando aqui outra forma de comunicar aos interessados que passam a ser também estes a tentar que mais se lhes juntem de forma a que o jogo que estão à espera atinja o número mínimo de ordens para ser produzido. Actualmente a companhia aguarda que o número suba ainda mais um pouco antes de colocar o jogo no alinhamento de jogos a produzir durante o ano, e daí ser considerado mais realístico esperar que o número de pré-encomendas chegue a 700. No entanto a empresa compromete-se a produzir o jogo desde que o mínimo de 500 pré-ordens seja atingido. Só depois do jogo estar produzido e pronto a remeter aos compradores, é que estes o pagam, sempre com um desconto sobre o preço final (normalmente anda à roda dos 25~40%). O que as empresas ganham com isto é a certeza que assim que produzem o jogo têm logo uma quantidade de jogos vendidos, suficientes para cobrir os custos de produção de 1500 ou 2000 ou mais cópias.

Então não eram só 500?
Esse é o número mágico que garante a um jogo um slot na linha de produção, mas quando vai para a produção, são logo feitos 4 a 5 vezes mais desse número, uma vez que a garantia de compra dos 500 exemplares garante a viabilidade económica de toda a produção. Ou seja, tudo quanto seja vendido a mais é lucro para a empresa, fugindo esta aos eventuais flops do mercado.

Para nós aqui em Portugal que vantagens e desvantagens temos em comprar jogos neste sistema, em que nos comprometemos a comprar um jogo sem nunca antes lhe termos posto a vista em cima, baseados apenas nos relatos de quem experimentou o protótipo, em meia dúzia de imagens, e nas regras dos mesmos?
Já comprei jogos neste sistema (principalmente na GMT, mas também na MMP e na Valley Games) e considero extremamente vantajoso o sistema de P500, não sendo o desconto directo que se tem no preço, o principal. Este fica um bocadinho abaixo de esperar que o jogo apareça disponivel na Europa, mas a longo termo fica ainda mais barato por causa das campanhas de descontos a 50% para participantes no P500 que regularmente a GMT (e outras) faz, e aí é que lucro bastante, nem que seja a comprar jogos a metade do preço para depois os meter nas MathTrades (um Europe Engulfed que custa 99USD posso comprá-lo por 50USD, isto dá-me um potencial de trocas fenomenal). Ultimamente não me tem batido na alfândega quando são só 1 ou 2 jogos, mas aqui, é a lotaria como se sabe. Se bater na alfândega neste momento ando a pagar +23% de IVA sobre o valor do jogo com portes + ~7EUR despesas de desalfandegamento (este último valor é fixo não interessa o número de jogos que vêm no caixote).

Somando a isto o facto de estar a contribuir para que seja produzido um jogo a que eu dou o meu aval, só posso dizer mesmo bem do P500, e recomendo vivamente. Às vezes dependendo dos jogos, estes podem estar em P500 durante anos, antes de virem a ser produzidos e podemos acabar por perder o interesse no mesmo, mas como em qualquer momento se pode desistir, não se perde mesmo nada. De todos os jogos que já mandei vir, até agora só tive um que efectivamente não correspondeu às minhas expectativas, o que em mais de uma vintena de títulos considero uma média excelente. Mesmo este título confesso que a culpa foi minha, uma vez que não pesquisei o suficiente sobre o mesmo, pois de certeza teria descoberto antes de o pagar que não era um jogo que eu viesse a gostar.

Mas como estar a par do que está para sair e do que entrou no P500?
As companhias emitem regularmente newsletters com as novidades, bem como o que está para ser editado. E no BGG (incontornável como sempre) existem vários utilizadores que disponibilizam mensalmente listagens de jogos das diversas empresas.

Artigo publicado originalmente no TuJogas

Corvos

A Valley Games lançou esta semana o jogo Crows, o seu 7º produto na série “Modern Line”. Crows é um jogo para 2 a 4 jogadores, e demora cerca de 45 minutos.

Liberté da Valley Games à venda

A Valley Games colocou à venda o Liberté do autor Martin Wallace. O Liberté tem como tema a Revolução Francesa, cobrindo o período desde os Estados Gerais da Nação de 1789 até ao golpe de estado do Napoleão Bonaparte em 1799. A edição da Valley Games  já era esperada à algum tempo pela comunidade de boardgamers internacional.

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