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Uma história que fica – episódio 7

O 7º episódio das missões do B-17 pela mão do Jose Ruiz já está no ar:

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Continua uma história que fica

O sexto episódio do que já se está a tornar num dos melhores session reports de sempre do BGG já saiu.

B-17: Queen of the Skies Video Log / Episode 6: “Highwire”

 

Uma história que fica

Quem me conhece sabe que sou adepto dos jogos que nos deixam memórias, e isto é mais notório naqueles jogos que permitem um relato pós-jogo que per si seja empolgante. São estes por norma os melhores jogos de sempre. E mesmo nos jogos solitários é possivel criar relatos que deixam qualquer monte-de-lenha a comer poeira. É o caso do B-17 Queen of the Skies, um jogo solitário brilhante que o utilizador José Ruiz no BGG tornou épico com esta série de videos da sua epopeia:

Mais um solitário da VPG

A.D. 30 cover (front) por Victory Point Games (Victory Point Games) @ BGG

A.D. 30 cover (front) por Victory Point Games (Victory Point Games) @ BGG

A Victory Point games tem sido ultimamente a mais prolífica das editoras no segmento dos jogos solitários, e está aí com mais um jogo neste nicho de mercado, desta vez com o A.D.30 do autor Tom Decker, em que o jogador toma conta da viagem de Jesús a Jerusalém desde o seu baptizado no rio Jordão. Pelo caminho o jogador tem de tomar decisões que irão afectar a jornada, existindo treze finais possíveis para o jogo, sendo um o do próprio texto biblico.

Labirinto lógico móvel

A Thinkfun lançou o jogo solitário Turnstile que coloca o jogador a resolver problemas num pequeno labirinto. Podes ver abaixo a explicação em víeo do Turnstile: Continuar a ler

Rede de segurança à borla

O jogo Safety Net é um jogo solitário de cartas do autor Brian Manning, que coloca o jogador armado com um arraial de defesas tecnológicas, a debater-se contra um hacker que lhe tenta roubar informação. O jogo está disponível para download e imprimir no BGG.

Astra Titanus

O segundo titulo na linha Exodus Series da Victory Point Games é o Astra Titanus – Starfleets vs. Planetbusters!, do autor Chris Taylor. Neste jogo solitário o jogador controla uma frota de naves que tem de parar um Worldkiller gigantesco, não faltando vários cenários para testar as capacidades de Almirante Espacial em cada um de nós.

Sozinho em casa

Solitaire games, são jogos em que o nosso oponente é o próprio tabuleiro.

Existem muitos jogos que podem ser jogados em formato solitário, em que o jogador basicamente faz a sua jogada, levanta-se da cadeira, troca a boina pela do adversário, dá a volta à mesa, senta-se e faz a jogada do adversário, e torna a repetir o processo. Ou seja é um jogo em que se joga contra o próprio, fazendo o possível para se esquecer o que o seu outro eu anda a fazer e a planear. Existem muitos jogos, e não só wargames, que permitem que se jogue desta forma. É uma maneira de aprender as regras do jogo, e de passar um bom tempo, faltando no entanto o verdadeiro desafio de um combate de inteligências e nervos que um bom jogo traz ao de cima. Exemplos de bons jogos que se podem jogar neste formato são por exemplo: A Victory Lost, Warriors of God, World in Flames, qualquer jogo dentro da familia 18xx, Flying Colors, The Russian Campaign, etc.

Existem no entanto jogos que incluem já nas regras que seja só um jogador contra o tabuleiro, como por exemplo Arkham Horror, Runebound Second Edition, Ingenious, Merchant of Venus, etc

Finalmente existe uma categoria de jogos totalmente à parte que foram desenvolvidos com o objectivo de serem jogados por um único jogador. Jogos nesta categoria vão desde veneráveis jogos com mais de 20 anos, remakes e novos jogos que saiem todos os anos. Como exemplo temos: RAF: Battle of Britain 1940, Raid on St.Nazaire, Struggle for the Galactic Empire, Mosby’s Raiders, Silent War, Where There is Discord: War in the South Atlantic, The D6 Shooters, D-Day at Omaha Beach, Fields of Fire, B-29 Superfortress, B-17 Queen of the Skies, Ambush!, Carrier, Last Frontier: The Vesuvius Incident, Patton’s Best, Field Commander: Rommel, etc.

Mas o que raio é que o jogar um jogo destes a solo tem de interessante? Depende muito de cada jogador. Afinal quantos de nós não jogaram videogames a solo? A maioria de certeza. Mesmo hoje em dia poucos são os que jogam online contra outros jogadores, e mesmo assim, a maior parte das vezes em jogos que não são mais que uma worksheet de Excel em tempo real, com pouca ou nenhuma interacção verdadeira entre os jogadores. Aqui como nos videojogos, trata-se também de combater e vencer a inteligência artificial que o autor desenhou para o tabuleiro, existindo jogos em que fácilmente se descortina uma estratégia vencedora e outros em que a mesma nos escapa uma e outra vez. Tal como nos bons jogos, existem jogos Solitaire que apesar de já lhes conhecermos as manhas, o desafio que o mesmo nos traz, faz com que voltemos a jogá-lo, só para descobrirmos outra forma de vencer o sistema, ou de explorar um corredor que ignorámos da última vez que jogámos, etc.

Para um dia de chuva, ou para passar calmamente uma noite, para mim é uma das experiências mais relaxantes para ter no fim do dia. Como não podia deixar de ser: ETC!!!

Este artigo foi publicado originalmente no TuJogas

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